quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Meus cães

Meus cães:
Banzé
O maior 3 anos, 53 cm, vira-lata, agitado, mais carinhoso é o único que aceita passear na corrente.



Junior
O menor, 6 anos, 27 cm, carinhoso, fofo, leal, companheiro, e estranho nunca existira um cão com ele.

Júnior e Banzé.

Luna
A companheira de bagunça do Banzé, apronta como ela só.

10 pedidos de um cão ao seu dono

1. Minha vida dura apenas uma parte de sua vida. Qualquer separação de você, significa sofrimento para mim. Pense nisso antes de me adotar.
2. Tenha paciência e me dê um tempo para que eu possa compreender o que você espera de mim. Você também nem sempre entende exatamente as coisas que eu espero de você.
3. Deposite sua confiança em mim, pois eu vivo disso e vou compensá-lo por isso mais do que ninguém.
4. Nunca guarde rancor de mim ou me prenda de castigo, se eu aprontar alguma. Você tem amigos além de mim, tem seu trabalho e seu lazer, mas eu só tenho você.
5. Converse comigo, eu não entendo todas as palavras, mas me faz bem ouvir sua voz falando só para mim.
6. Pense bem como você, seus amigos e visitas me tratam! Eu jamais esquecerei.
7. Também pense que quando você quiser me bater, eu poderia quebrar todos os ossos da sua mão, mas eu não lanço mão deste recurso.
8. Se alguma vez você não estiver satisfeito comigo porque estou de mau humor, preguiçoso ou desobediente, pense que talvez minha comida não esteja me fazendo bem, ou que meu coração já esteja um pouco cansado e fraco.
9. Por favor, tenha compreensão comigo quando eu envelhecer. Não pense logo em me abandonar para adotar um cãozinho novo e bonitinho. Você também envelhece.
10. E, quando chegar meu último e mais difícil momento, pois será o momento da partida, fique comigo. Não diga: não posso ver isso. Com a sua presença tudo será mais fácil para mim. A fidelidade de toda a minha vida de cachorro terá valido a pena.
35498 
   

Tudo sobre cães-Parte 5

Etimologia e significado

Segundo o Dicionário Aurélio de Língua Portuguesa, na variante brasileira, cão significa mamífero canídeo, domesticado pelo homem desde tempos remotos, que atende pelo plural de cães e tem como forma feminina, cadela. Cachorro, por sua vez, entendido como sinônimo, tem cachorra como feminino e cachorros como forma plural, designa sim um cão novo, uma cria de lobo ou ainda qualquer cão. Em sentido pejorativo, o cachorro é sinônimo de canalha e aparece ainda em formas cristalizadas da gíria e de expressões populares, como "matar cachorro a grito" e "quem não tem cão, caça com gato". Segundo o dicionário online Priberam, na variante europeia, cão possui umsignificado denotativo mais amplo, além dos conhecidos na variante sul-americana, com sete significados conotativos e três denotativos.O mesmo se aplica a cachorro, que possui uma maior variação de significados em Portugal.Etimologicamente, o latim cattus designava tanto significado para cão quanto para gato. Ao longo do tempo, a palavra sofreu modificação para catulus, depois canusCatellus, que se referia a cachorrinho, e catula, à cachorra, também derivaram dessa forma. Apenas cachorrinha teve um caminho etimológico distinto, pois veio de canícula, que significava a estrela conhecida como Sírio. Por problemas no significado, que era confundido com o da catapulta, os romanos dobraram a letra t do original catus, que foi modificando-se ao longo dos anos, passando a duas palavras para dois significados distintos e seus derivados.Segundo a história semântica das palavras do português, foi constatado que, assim como as palavras mudam em sua forma e sua sintaxe através dos anos, seu significado, por vezes, vai se modificando também, em decorrência de uma série de fatores sociais e culturais. Diante disso, o vocábulo cachorro, proveniente do basco, indicava qualquer tipo de filhote, e, por um processo de restrição de significado linguístico, passou a indicar filhote de cão e o próprio cão. Essa explicação justifica o sinônimo entre as duas palavras e a adoção comum das pessoas, apesar dos significados constantes nos dicionários da língua portuguesa.

Tudo sobre cães-Parte 4

Seleção Artificial
Na seleção natural, processo proposto por Darwin, apenas os mais aptos se reproduzem e se multiplicam, eliminando assim, geração após geração, os genes problemáticos. É devido a esta razão que os animais selvagens são visivelmente saudáveis psicológica e fisicamente. Na seleção artificial, especificamente dos cães, o critério é acasalar os caninos a partir das formas físicas, chamadas morfológicas, orgânicas, chamadas fisiológicas, e mentais, conhecidas como psíquicas. Como exemplo dessas seleções está a criação das raças pequenas, resultados dos acasalamentos dos espécimes menores, independente de suas capacidades de sobrevivência. Conduzida pelo ser humano, a seleção artificial é direcional: a partir de indivíduos selecionados por suas características, tem-se as novas ninhadas, que serão novamente selecionadas, de acordo com as peculiaridades desejadas. Desta forma, os genes responsáveis pelas características escolhidas aumentam de frequência e tendem a entrar em homozigose. Ao mesmo tempo, pode-se evitar a reprodução de indivíduos que não possuam as qualidades almejadas.
Todavia, não se obtém apenas benefícios destes cruzamentos seletivos. Juntamente com os genes das características visíveis, são repassados aqueles que, apesar de presentes, não se manifestaram no indivíduo, mas que, provavelmente, afetarão seus descendentes. Alguns acarretam propensão para males como displasia coxofemoralsurdezmiopia, diversas doenças de pele e problemas psicológicos. Disfarçadamente, há ainda um outro problema que acomete os caninos. No intuito de criar diferentes raças, o homem desenvolveu características extremas, que atrapalham o bem-estar do animal: os buldogues têm os focinhos tão achatados que não conseguem respirar normalmente; shar peis têm tanta pele extra que desenvolvem micoses e infecções nas dobras; e os border collies tornaram-se hiperativos, entre outros exemplos.
Em suma, apesar do sucesso na criação de variadas raças com determinadas características físicas e mentais, como o aperfeiçoamento de cães para pastoreio, há os problemas derivados dessas seleções, que dificultam as vidas dos espécimes e lhes causam graves problemas hereditários de saúde. Para evitar estes males, é preciso não reproduzir cães com problemas psicológicos ou físicos mesmo que sejam campeões de beleza ou excelentes em alguma atividade útil ao ser humano. Apesar da possibilidade, não há registro de raça canina criada em laboratório.

Raça: Airedale Terrier




Origem: Vale do Rio Aire em Yorkshire. Foi criado para a caça de lontras por cruzamento do Velho Terrier Inglês com o Otterhound e o Welsh Harrier.
Aparência: Cabeça comprida, crânio não muito largo, bochechas planas e pouco stop. Olhos escuros e com expressão viva e inteligente. Orelhas pequenas em forma de V, pendentes e colocadas no alto e no lado na cabeça. Pescoço limpo, de comprimento e grossadura moderadas, e sem pele solta em excesso. Corpo curto, musculoso e forte, com peito profundo mas não largo. Patas compridas e com boa ossatura. Pés pequenos e redondos. Cauda não deve ser cortada muito curta. pelagem áspera e aramada, com subpêlo mais curto e macio. Sua pelagem deve ser aparada regularmente.
Temperamento: Ativo; afetuoso; receptivo ao treinamento.
Altura na cernelha: Machos 58,5 á 61 cm Fêmeas 56 á 58 cm.
Cor: Cabeça, patas  até coxa e cotovelos ferrugem. Corpo preto ou grisalho-escuro.


Ficha Técnica 

Afeto: Busca moderada.


Ambiente: Interno.
Atividade: Alta.
Com animais: Convivência não indicada.
Com cães: Convivência não indicada.
Com estranhos: Desconfiado, cauteloso.
Crianças: Indicado para crianças de qualquer idade.
Escovação: Semanal.
Espaço: Médio.
Exercícios: Necessidade alta.
Função: Companhia, caça e guarda.
Latidos: Late médio.
Obediência: Aprendizado alto.
Pelo: Pelo de "arame", semilongo.
Porte: 56 a 61 cm.